Olá, amigos e irmãos. 

Muita saúde e paz.

Em vez de publicar semanalmente, resolvi deixar aqui, de uma só vez, todos os 24 capítulos da primeira parte da inédita obra. Tem até um novo título. Como estou livre das negociações do formato e-book (erro que não devia ter cometido porque suspeitava do desfecho), resolvi acrescer cinco novos ensaios. Quatro prontos. Um, quase... (risos.) Paciência. Está decidido. Creio que valerá a pena e, como sempre, suscitarei de modo honesto a reflexão. Infalível? Bem, isso é com Deus. E só com ele. Se ainda sou kardecista? Por favor... De onde tiraram a ideia de que quem se posiciona à esquerda política não o possa ser? Ao demais, de quem precisamos autorização para ser espíritas? Eu sei. No passado, errei nesse viés; afinal, ramatisistas, ubaldistas, rustenistas, etc. são todos espíritas, sim, embora não sejam kardecistas. Este, o meu entendimento hoje. Resolve 99 por cento das desinteligências. Inúteis? Não o direi. Podem levar ao cadinho das experiências necessárias a sínteses existenciais mais conscientes e de fato ascensionais, fruto de um trabalho efetivo, impossível nas expectações que julgam tudo saber de antemão, da poltrona velha em que se instalam. Até daqui a uns dias. Fraternal abraço.